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2 de nov de 2014

Goiana: Dia de Finados transcorreu na tranqulidade


Em Goiana o Dia de Finados transcorreu na maior tranquilidade, o fluxo de pessoas que visitaram o Cemitério foi grande, segundo o Administrador Clayton Alves. 

Clayton nos reportou que houve todo um cuidado este ano para receber os parentes dos entres queridos, desde a limpeza e organização do Cemitério, até a preocupação com a segurança e atendimento médico, onde disponibilizou a Guarda-Municipal e uma Viatura da Samu.

Segundo a vendedora Matilde, este ano as vendas de flores e velas caíram um pouco em relação ao ano passado. 

Algumas empresas fúnebres, distribuíram calendários, água mineral e atendimento como aferição da pressão.  

Também houve distribuição gratuitas de livros evangélicos, e a realização de um missa em memória aos falecidos.

Já o Sr. Manoel Gondim, vem todos os anos ao cemitério para poder também reencontrar amigos e parentes, que fazem desse dia uma verdadeira festa, terminando sempre em algum restaurante para poderem colocar as noticias em dia. 




O Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia de Finados, (conhecido ainda como Dia dos Mortos no México), é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.

Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. 

Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX(1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.

Segundo León Denis, o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta, que acreditavam na continuação da existência depois da morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.

Fonte: wikipédia

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