24 de jul. de 2015

Mais uma dica da nossa colunista Etany Cristina


Na prática educativa, um educador comprometido e interessado em desenvolver as próprias competências emocionais, poderá ir além de sua missão tradicional, pois o clima psicológico criado em sala de aula poderá facilitar ou comprometer todo o processo educacional.

O educador deve compreender os seus valores e avaliar o quanto sua figura influência o comportamento dos alunos. O professor poderá contribuir para o desenvolvimento emocional dos alunos na medida em que tiver condições de promover, de forma mais eficaz, o seu próprio crescimento, tornando-se uma pessoa profissionalmente realizada e capaz de enfrentar as adversidades, procurando superar-se como pessoa.

Desta forma, percebe-se a necessidade do professor possuir um bom equilibrio emocional a fim de exercer de forma satisfatória suas funções como educadora(o).

O professor não pode nem pretende substituir os pais, mas precisa responsabilizar-se por novas funções, ajustando-se a uma nova realidade. Deve ser uma prática que provoca prazer e emoção.

Nem sempre a tristeza é interpretada pela criança de uma forma direta. Geralmente esta emoção está relacionada a desentendimentos, mágoas, conflitos em relação aos desejos imediatos.

Considera-se de extrema importância a capacidade de verbalizar esta emoção para que a criança aprenda a identificar suas mudanças emocionais, percebendo que pode ser compreendida pelos adultos e ajudada a encontrar formas de solucionar seus problemas.

O professor não é aquele que leva para a sala de aula o conteúdo pronto, mas aquele que constrói juntamente com seus alunos, partindo de experiências concretas, sabendo ouvir e mediando o seu conhecimento no processo ensino-aprendizagem. Quando as emoções da criança são reconhecidas, cria-se uma oportunidade de orientação. É necessário desenvolver um vocabulário emocional para ajudar a criança a identificar seus estados interiores.

No momento que a criança utiliza seu poder verbal para exprimir emoções, aprimora o seu comportamento e controle emocional.

Se faz necessário encontro com os pais, com técnicas como, debates, dinâmicas , seminário vivencial.

Etany Cristina Lopes de Souza
Pedagoga/ Psicopedagoga

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